O 3.º Encontro de Patchwork reúne trabalhos artesanais de seis artistas, que transformam retalhos de tecidos em figuras variadas. Com tecidos de diversos tons, estampas coloridas, linha, agulha, tesoura e com habilidade e criatividade, as artistas criam peças exclusivas. Antonia Elza Castro Ozelo diz que desde criança fazia trabalhos artesanais, principalmente o bordado. “Sempre tive facilidade para aprender novas técnicas”, conta. Elza desenvolve o patchwork há nove anos e hoje, dá aulas. O básico para quem quer aprender é começar com a aplicação e ponto caseado, além de ter criatividade para criar desenhos, unir os tecidos, cores e texturas. Patrícia Carvalho e Leila Sales também estão expondo seus trabalhos e dizem que há um ano aprenderam a técnica. “No patchwork existem várias técnicas, que podem ser feitas à mão ou à máquina”, explica Patrícia. Ela diz que gosta de fazer peças como almofadas, jogo americano, chaveiros, móbiles, entre outros. “Hoje a moda é o patchwork. Fiz uma encomenda de decoração de cozinha feita com a técnica e a cliente pediu para fazer os desenhos de galinhas d’angola, que agora estão em alta”, comenta. O mercado do artesanato está em crescimento. As peças, que são exclusivas, conquistam as pessoas que valorizam a arte e deram vez para os grandes artistas. “Tenho um ateliê há 10 anos e vejo que há espaço para todos. Felizmente, consigo viver daquilo que gosto e mostrar meu trabalho através de exposições”, diz Leila. Quem comparecer à exposição poderá ver colchas, feitas a mão, almofadas, bolsas, móbiles, jogo americano, toalhas, uma variedade de peças criativas. O 3.º Encontro de Patchwork acontecerá até sexta-feira, das 12h às 18h, no Palacete Levy. (VO) |