Central de Atendimento: (19) 3404-3700
Capa
78 anos - Promoção
Acontece Agora
Artigos & Colunas
Bastidores
Bate Pronto
Biodiversidade
Caderno de Lazer
Cinema
Classificados
De Olho na TV
Dois Toques
Educação
Em Família
Em Tempo
Enfoque
Esportes
Gazetinha
Geral
Giro Nacional
Jornal da Mulher
Local
Painel Esportivo
Panorama
Política
Ponto Um
Prêmio de Literatura
Região
Segunda Esportiva
Segurança
Texto&Contexto
Tô on-line
Viver Mais
O Jornal
Assine
Anuncie
Clube do Assinante
Fones úteis
Política de privacidade
Fale conosco
 

Da redação
Bastidores
Circulando
Em Tempo
Enfoque
Jornal da Mulher
Lazer
Painel Esportivo
Prisma
Texto&Contexto

 

 

  Notícia >> Células-tronco de embrião é esperança para cura de menino  (8/6/2008)
 
 
Células-tronco de embrião é esperança para cura de menino

Há longos oito meses, Henrique Cortinhas Rogge Dibbern, de apenas um ano de idade, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica da Santa Casa de Limeira.

O garoto possui a doença genética chamada Síndrome de Werding Hoffman, que de acordo com o neurocirurgião da Santa Casa, Marcelo Senna, é degenerativa e evolutiva, e o que é pior, não tem cura. “A síndrome provoca a degeneração dos neurônios da medula e causa uma atrofia muscular”. Por isso ele não se mexe, não engole e não respira sozinho.
A mãe dele Heleni Cortinhas Rogge Dibbern, contou que quando o menino nasceu, não havia percebido nada, mas após os 15 dias, percebeu os primeiros sintomas da doença, sem ainda ter noção que o filho possuia a síndrome. Foi após duas internações por pneumonia que a família recebeu o dignóstico da Síndrome de Werding Hoffman.
Trata-se de uma doença rara, que não lhe permitiu, ainda, descobrir o mundo e as primeiras brincadeiras infantis, apenas dentro do hospital.
O ambiente hospitalar ficou em clima de festa recentemente. Ele comemorou um ano de vida, e com a permissão da instituição, foi feita uma singela comemoração. Mas, a festa maior foi realizada em seguida, quando a família aguardou até o último momento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a pesquisa com células-tronco embrionárias. “Ficamos radiantes porque estamos ciente que a doença dele não tem cura, mas sabemos também que através da terapia com células-tronco embrionárias, há chance de recuperação gradativa”, disse a mãe, também representanto a felicidade do pai, Reinaldo Rogge Dibbern.

MUDANÇA

Henrique já é conhecido por todos no hospital. Seus olhos azuis chamam a atenção de todos que passam por ele, e a maioria, não deixa de dizer boa sorte à família e ao garoto, que praticamente mora na UTI Pediátrica da Santa Casa.
Todos os dias, a mãe trabalha pela manhã, quando volta, agora cheia de esperanças, fica no hospital com o menino. Mas, pelo jeito, a vida de Henrique começa mudar gradativamente. Nesta semana ele vai para casa.
Foi montada uma espécie de UTI em sua casa e, com o suporte da Unimed, que terceirizou os serviços da Helpmóvel e da Polisaúde, o menino poderá voltar para o ambiente familiar, depois de oito meses. Para a mãe, essa primeira batalha foi vencida, mas ainda falta a guerra.
Conforme o neurocirurgião, as perspectivas em relação aos tratamentos que poderão ser feitos através das células-tronco embrionárias, existem e são boas. Entretanto, disse também que é bastante precoce fazer algum tipo de afirmação. “Ainda estão no processo de pesquisas”.
Mesmo assim, a família de Henrique não desiste. Já foram em busca de locais que utilizam as técnicas e descobriu que no departamento de Genoma Humano da USP, por exemplo, seu filho ficaria em uma grande fila de espera. “Por isso já estamos atrás de clínicas particulares para que seja devolvida a vida normal ao meu filho”. (RR)
 
 



  Quantos buracos existem nas ruas de seu bairro?
  Nenhum
  Menos de cinco
  Mais de cinco
  Mais de dez
 
Matriz: Rua Senador Vergueiro, 319 - Centro - Limeira - CEP 13480-000 - Fone: +55 (19) 3404.3700
© Gazeta de Limeira 2004. Todos os direitos reservados. Desenvolvimento: POSITIVA design