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Dólar cai a menor valor em 21 meses

O dólar à vista registrou leve queda de 0,14% frente ao real, cotado a R$ 5,16, mantendo-se no menor patamar em 21 meses, ou seja, desde maio de 2024. Durante a sessão, por volta das 11h30, a moeda americana chegou a ser cotada a R$ 5,13, no menor nível do dia. Já o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), operava em baixa de 0,86%, aos 188.892,41 pontos, às 17 horas. Na sexta-feira, no entanto, o indicador havia disparado, batendo novo recorde histórico, ao subir 1,06% e atingir 190.534,42 pontos.

A câmbio no Brasil seguiu um movimento que foi global. O índice DXY, que mede a força do dólar em relação a seis divisas fortes (como o euro, iene e a libra esterlina), também recuava 0,08%, às 16h40. Na Bolsa brasileira, a forte queda das ações dos principais bancos nacionais ajudou a puxar o Ibovespa para baixo. Isso apesar da elevação dos papéis da Petrobras e da Vale, que também têm grande peso no índice.


Tarifas de Trump

O fato é que os mercados viveram o impacto, cercado de incertezas, do novo regime de tarifas de importação dos Estados Unidos. Isso porque a lógica da incidência das sobretaxas mudou – e diversas vezes – desde o fim da última semana.

Na Europa, os resultados finais foram mistos. Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,02% e, em Frankfurt, o DAX recou 1,09%. Em Paris, o CAC 40 cedeu 0,22%. Em Milão, porém, o FTSE MIB avançou 0,49%. A maior indicação das dúvidas que atingem os investidores, contudo, foi dada pelo ouro, que encerrou o dia em alta de quase 3%. Os contratos mais líquidos do metal, para abril, fecharam em elevação de 2,85%, a US$ 5.225,6 por onça-troy.

 


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