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EUA e Israel lançam ataque contra o Irã e matam 51 meninas, diz governo

Um ataque realizado por Israel contra uma escola para meninas na cidade de Minab, no sul do Irã, neste sábado (28) resultou na morte de 51 alunas e deixou outras 60 feridas, segundo a mídia estatal iraniana. A operação, conduzida em conjunto com os Estados Unidos, começou com a observação de fumaça sobre Teerã, e foi classificada por Tel Aviv como preventiva. Pouco depois, o ex-presidente norte-americano Donald Trump anunciou, em vídeo publicado em sua plataforma Truth Social, operações de combate visando eliminar ameaças iminentes ao país.

Os ataques também afetaram áreas próximas à residência do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, no distrito de Pasteur em Teerã, e provocaram forte presença de segurança na capital. Israel e EUA afirmaram que os alvos eram instalações militares, e alertaram civis próximos a essas estruturas para evacuarem. Além disso, no sul do Iraque, um bombardeio atingiu uma base militar ligada a grupos pró-Irã, matando pelo menos duas pessoas, enquanto explosões foram relatadas perto do consulado americano em Erbil.

Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou ataques com mísseis e drones contra Israel, e declarou que a Quinta Frota dos EUA no Bahrein também seria um alvo. Explosões foram relatadas em diversas localidades do Golfo, incluindo Riade, Manama, Doha e Abu Dhabi, com países da região interceptando alguns ataques e ameaçando retaliação. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou à NBC News que o aiatolá Khamenei permanece vivo após os ataques, enquanto Teerã prometeu responder de forma “decisiva” às ações de Israel e dos EUA. 

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