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Ex-secretário da educação André de Francesco falta novamente a CPI da Robótica

 reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Robótica, realizada na sexta-feira (13) na Câmara Municipal de Limeira, foi marcada pela ausência do ex-secretário de Educação, André Luís de Francesco, que havia sido convocado para prestar depoimento. Como ele não foi localizado novamente e não compareceu espontaneamente, os vereadores decidiram fazer uma nova convocação para o dia 27 de março, às 14h.

 

Durante a reunião, os vereadores realizaram uma acareação entre Franciny Almeida e Amanda Regina Dias para esclarecer divergências em depoimentos anteriores sobre o envio de orçamentos de empresas no processo de compra dos kits de robótica.

 

Amanda, que era chefe da Divisão Financeira da Secretaria de Educação, manteve a versão apresentada anteriormente, afirmando que recebeu por e-mail os orçamentos encaminhados por Franciny. Já Franciny, que havia negado participação na cotação de preços em depoimento anterior, retificou a informação e disse que solicitou os orçamentos a pedido do então secretário de Educação. Segundo ela, a divergência ocorreu por um lapso de memória relacionado a problemas de saúde enfrentados em 2022.

 

Outras duas servidoras também foram ouvidas durante a reunião. Micheli Duscove Mantes, que atuou como pregoeira, afirmou que apenas conduziu o pregão presencial e não participou de reuniões prévias nem da análise de impugnações. Já Gislaine de Oliveira Santos relatou que integrou a equipe de apoio durante a sessão do pregão e que a análise de questionamentos ao edital cabia à Secretaria de Educação.

 

A comissão também definiu novos depoimentos para a próxima reunião, marcada para 20 de março, quando deverão ser ouvidas outras seis testemunhas.

 

A CPI da Robótica foi instaurada para investigar possíveis irregularidades na licitação e contratação de kits de robótica, livros paradidáticos e licenças de tecnologia para a rede municipal de ensino de Limeira. Entre os pontos analisados estão suspeitas de sobrepreço, direcionamento da licitação e possíveis danos aos cofres públicos.


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