CAMPL-Patrulheiros faz parte da história de gerações de limeirenses
Há quase seis décadas, o CAMPL-Patrulheiros faz parte da
história social de Limeira e da formação de adolescentes. A trajetória da
instituição começou em 10 de outubro de 1968, quando a Guarda Mirim local,
orientada pela Polícia Militar, foi transformada em Centro Cívico do
Patrulheiro Mirim e vinculada à Promoção Social do município. A iniciativa
seguia os princípios do Patrulheirismo, movimento criado em 1962, em São
Carlos, com foco na educação, recreação e trabalho.
A implantação do projeto em Limeira ocorreu por
iniciativa da assistente social Evangelina Mauro, a pedido do então prefeito
Paulo D’Andrea. Com experiência na implantação do Patrulheirismo em Campinas,
ela trouxe para o município uma proposta voltada ao acompanhamento e à
preparação de adolescentes, especialmente aqueles em situação de
vulnerabilidade socioeconômica.
Com a mudança, os adolescentes passaram a receber
orientações relacionadas à responsabilidade social, além de noções de práticas
de escritório e encaminhamento ao mercado de trabalho. Em 1973, a instituição
passou a se chamar Círculo de Amigos Patrulheiro de Limeira. Em novembro de
2007, adotou a atual denominação de Centro de Aprendizado Metódico e Prático de
Limeira, o CAMPL Patrulheiros.
Ao longo de sua trajetória, a instituição ampliou as
ações oferecidas aos adolescentes. Atualmente, o Serviço de Convivência e
Fortalecimento de Vínculos trabalha aspectos como acompanhamento escolar,
orientação psicossocial, empreendedorismo, relações humanas, línguas, dança,
música, informática, raciocínio lógico, esportes e formação para o mundo do
trabalho.
A formação profissional também está entre as atividades
desenvolvidas pelo CAMPL. O Programa Jovem Aprendiz oferece capacitação e
acompanhamento aos adolescentes antes, durante e após a contratação, enquanto o
Estágio Social é destinado a estudantes do Ensino Médio. A instituição mantém
ainda a Banda Marcial, criada em 2004, como uma iniciativa cultural que reúne
adolescentes em atividades musicais e coreográficas e o projeto “Permita Que Eu
Fale” com sarau cultural e elaboração de um livro de poesias e poemas de bolso,
ampliando o acesso à leitura e à participação sociocultural.
Comentários
Compartilhe esta notícia
Faça login para participar dos comentários
Fazer Login