Brasil lidera ranking mundial de cirurgias plásticas e reforça posição como referência internacional no setor
O Brasil se consolidou como o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, segundo o relatório mais recente da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), divulgado em junho de 2025 durante o Congresso Mundial da entidade. De acordo com o levantamento, o país ultrapassou a marca de 2 milhões de procedimentos cirúrgicos realizados em 2024, consolidando sua liderança global no segmento estético.
Além do primeiro lugar em cirurgias plásticas, o Brasil também aparece na segunda posição mundial em procedimentos não cirúrgicos, atrás apenas dos Estados Unidos. O estudo aponta ainda que mais de 17,4 milhões de cirurgias estéticas e 20,5 milhões de procedimentos não cirúrgicos foram realizados globalmente em 2024, representando um crescimento de 42,5% nos últimos quatro anos. Para o cirurgião plástico Márcio Harada, os números refletem a força histórica da cirurgia plástica brasileira e o reconhecimento internacional conquistado pelos profissionais do país.
Especialista e referência em procedimentos como mommy makeover, abdominoplastia, mastopexia, lifting facial, lipo HD e rinoplastia, Dr. Márcio Harada destaca que o Brasil se tornou referência justamente pela combinação entre técnica avançada, naturalidade e personalização dos resultados. “O Brasil possui uma das escolas de cirurgia plástica mais respeitadas do mundo. Existe uma combinação entre excelência técnica, experiência prática e um olhar muito voltado para naturalidade e harmonia estética, características que acabaram se tornando referências internacionais”, afirma.
Entre os procedimentos cirúrgicos mais realizados no Brasil em 2024, a lipoaspiração lidera o ranking, representando 12,3% do total de cirurgias, com 289.766 procedimentos. Na sequência aparecem aumento das mamas, com 232.593 cirurgias, blefaroplastia, cirurgia de pálpebras, com 231.293 procedimentos, abdominoplastia com 192.961 e aumento dos glúteos com 168.272.
Já no segmento não cirúrgico, o Brasil registrou mais de 3,1 milhões de procedimentos estéticos. A toxina botulínica aparece como o procedimento mais realizado, representando 45,7% das intervenções, seguida pelo uso de ácido hialurônico, tecnologias de rejuvenescimento facial com efeito lifting, lasers ablativos e depilação estética.
Segundo o Dr. Márcio Harada, o crescimento do setor acompanha uma mudança importante no comportamento dos pacientes, que passaram a priorizar resultados mais naturais e personalizados. “Hoje existe uma busca muito maior por equilíbrio facial e corporal. O paciente não quer mais transformações exageradas, mas sim procedimentos que valorizem características individuais e tragam melhora na autoestima de maneira natural”, explica o médico.
O relatório da ISAPS também aponta mudanças nas tendências globais da estética. Procedimentos faciais cresceram 4,3% no último ano e ultrapassaram 7,4 milhões de intervenções em todo o mundo. A blefaroplastia foi a cirurgia mais realizada globalmente, com mais de 2,1 milhões de procedimentos e crescimento de 13,4% em comparação ao ano anterior.
Entre os homens, a cirurgia de pálpebras também lidera o ranking mundial, seguida pela ginecomastia e correção de cicatrizes. Já entre as mulheres, a lipoaspiração segue como o procedimento mais procurado.
Além da alta demanda, especialistas apontam que o avanço tecnológico e os protocolos de segurança vêm impulsionando a evolução da cirurgia plástica brasileira. Técnicas menos invasivas, recuperação acelerada e planejamento cirúrgico mais preciso transformaram a experiência dos pacientes e fortaleceram ainda mais o protagonismo do Brasil no cenário internacional. “Hoje a cirurgia plástica está diretamente ligada à qualidade de vida e ao bem-estar emocional. O paciente chega mais informado, mais consciente e mais preocupado com segurança e acompanhamento médico adequado. Isso elevou o nível de exigência do setor e impulsionou uma evolução muito positiva na área”, finaliza Dr. Márcio Harada.
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