ACIL recebe nesta terça-feira (14) palestra sobre Reforma Tributária
A Reforma Tributária do Consumo já entrou oficialmente em fase de implementação e começa a exigir adaptações concretas nas empresas e na rotina dos profissionais da contabilidade, advogados e empresários. Para discutir o que muda na prática, o Auditor Fiscal da Receita Estadual de São Paulo Rodrigo Spada ministra a palestra “O Futuro de São Paulo: a Reforma Tributária já é realidade. E agora, o que muda na prática?”.
O evento está marcado para o dia 14 de abril, a partir das 9h, na Associação Comercial e Industrial de Limeira, que fica na rua Santa Cruz, 647, no Centro.
Com a criação da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), o novo modelo de tributação do consumo já começa a ser testado nos sistemas de documentos fiscais, inaugurando um período de transição que impacta diretamente rotinas contábeis, sistemas de faturamento, formação de preços, contratos e o planejamento tributário das empresas.
Durante a palestra, Spada vai apresentar de forma objetiva como a substituição gradual dos tributos atuais pela CBS e pelo IBS altera a lógica de apuração de créditos, o fluxo financeiro das empresas e a relação com fornecedores e clientes, além das adaptações necessárias em sistemas de gestão, emissão de documentos fiscais e controle de conformidade.
A apresentação também aborda instrumentos estruturantes do novo sistema, como o split payment, que altera a forma de recolhimento do imposto; a criação de um cadastro nacional único de contribuintes; a integração entre as administrações tributárias; e os novos mecanismos de devolução de tributos para a população de baixa renda, como o cashback.
“A transição já começou e está acontecendo dentro das empresas, nos sistemas e nas rotinas do dia a dia. Não é mais um debate teórico. É uma mudança concreta que exige planejamento, investimento em tecnologia e compreensão clara das novas regras”, afirma Spada. Segundo ele, “o objetivo da palestra é traduzir essas transformações para a realidade de quem produz, investe e gere, mostrando o que precisa ser feito agora para que o novo sistema funcione com previsibilidade, transparência e menor custo de conformidade”.
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