Profissionais preservam patrimônio histórico e mantêm viva a memória da Boa Morte
No Dia do Trabalhador, a valorização das diferentes profissões amplia o olhar para atividades essenciais que muitas vezes passam despercebidas. Entre elas, o trabalho dedicado à preservação do patrimônio histórico, que sustenta a memória coletiva e mantém viva a identidade de uma cidade. Em Limeira, a Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte e Assumpção se mantém como um dos principais marcos históricos graças à atuação diária de profissionais que garantem sua conservação.
No Dia do Trabalhador, o reconhecimento alcança também quem atua na preservação do patrimônio histórico. Em Limeira, a Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte e Assumpção conta com uma equipe responsável pela conservação de um dos espaços mais simbólicos da cidade. Entre os profissionais estão Vera e Elton, que trabalham na área administrativa e acompanham a rotina de cuidados.
O trabalho começa nas primeiras horas do dia, com a inspeção diária do prédio para identificar possíveis problemas estruturais, principalmente após chuvas. Caso surja alguma irregularidade, a equipe comunica a diretoria para as providências. “Qualquer dano, por menor que seja, pode causar um problema maior”, destacam. A manutenção conta com o acompanhamento de profissionais especializados, como engenheiro e eletricista, responsáveis por avaliar a estrutura e as instalações. Um projeto de restauro completo está em fase de planejamento.
Vera afirma que passou a compreender a importância do local após iniciar as atividades. “Eu conhecia a história por livros e relatos, mas aqui percebi que essa igreja representa o início da cidade. Tenho orgulho de trabalhar aqui”, diz. Ela ressalta o comprometimento da equipe, que cuida desde tarefas simples até serviços mais complexos.
Elton explica que, por ser uma igreja particular, a manutenção depende de doações de fiéis, destinadas ao restauro do patrimônio. O patrimônio inclui um cemitério próprio, cuja zeladoria também integra as funções da equipe. “Nosso objetivo é manter a igreja de pé”, afirma.
Neste Dia do Trabalhador, a atuação desses profissionais reforça a importância do cuidado contínuo com os bens históricos. A dedicação diária assegura que espaços como a Igreja da Boa Morte permaneçam preservados, não apenas como construções, mas como símbolos vivos da história, da fé e da formação da cidade, legados que atravessam gerações.
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